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Mostrando postagens de junho, 2025

Segurança alimentar e um novo espaço para o agronegócio no desenvolvimentismo (24/06/2025)

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Nesta época do lançamento do Plano Safra 2025-2026, publiquei este artigo sobre como alguns setores da esquerda tradicional passaram a entender a importância do agronegócio no desenvolvimento do país, inclusive para políticas industriais. Isso tira esta agenda econômica fundamental de debates ideológicos infrutíferos, e a trata como o fator estratégico que de fato é. Este artigo foi publicado em dois sites diferentes, primeiro no Opera Mundi, e depois na Fundação Maurício Grabois, neste último com notas mais completas, por isso opto por postar o link desta segunda publicação Link para “ Segurança alimentar e um novo espaço para o agronegócio no desenvolvimentismo ” https://grabois.org.br/2025/06/25/seguranca-alimentar-papel-do-agronegocio-projeto-de-desenvolvimento-da-esquerda/

Reações contra a descarbonização e alternativas na Economia Verde

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Na última edição de maio da “Revista Será?” escrevi um artigo sobre reações políticas e econômicas resistentes às políticas de descarbonização, pontuando o porquê ações climáticas economicamente viáveis para grandes cadeias de valor (inclusive para suas “transições verdes”), pautadas em tecnologias sustentáveis, mitigariam estas resistências. Estas reflexões foram feitas a partir de um paper publicado por Robert Keohane em março deste ano, cientista político norte-americano que foi um dos protagonistas na criação do campo das Relações Econômicas Internacionais, nos anos 1970. Políticas Climáticas que não se mostrem alternativas para geração de riquezas resultam em reações contra políticas climáticas (green backlashs) e fortalecem os populismos negacionistas atuais, não representando apenas ameaças ao meio ambiente, mas igualmente às democracias contemporâneas e para as economias do chamado Sul Global. Lidar estrategicamente com este problema pode ser crucial para a COP 30. Link pa...

Novo programa do MDB e a organização de uma agenda moderada (01/05/2025)

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Início de maior publiquei no Instituto Bonifácio um artigo sobre a importância da mobilização nos diretórios estaduais do MDB para a reformulação do programa do partido. Como outros “não alinhados ideologicamente” mas com forte atividade em suas fundações partidárias, como o PSD e o PSDB, o amplo debate para elaboração de uma agenda nacional não apenas o distancia do preconceituoso rótulo de “centrão”, como permite aos demais (e à própria sociedade) entender quais compromissos assume dentro da democracia de coalizão. Este processo vai muito além das urnas de 2026, e permite um reposicionamento dos setores moderados no país Segue o link para “ Novo programa do MDB e a organização de uma agenda moderada ” https://bonifacio.net.br/novo-programa-do-mdb-e-a-organizacao-de-uma-agenda-moderada/

Governo e entidades rurais na articulação do agronegócio sustentável para a COP 30 (26/04/2025)

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Publiquei na Associação Comercial do Amazonas um texto sobre o artigo do vice presidente da Sociedade Rural Brasileira - SRB e coord. Conselho do Agronegócio da Associação Comercial de São Paulo – ACSP, Cesario Ramalho, em que elogia o comando da COP 30. Vejo como alguns aspectos da publicação de Ramalho estão aprofundados no documento divulgado ano passado pela SRB sobre o agro nas COP’s, a conjuntura que o “Conselho” da ACSP teve ano passado junto à prefeitura e esforços atuais do MAPA para o agro sustentável. Segue link para o artigo: “ Governo e entidades rurais na articulação do agronegócio sustentável para a COP 30 ” https://aca.org.br/consultorias/governo-e-entidades-rurais-na-articulacao-do-agronegocio-sustentavel-para-a-cop-30/

Mudanças no Mapa do Turismo Brasileiro e o planejamento das Regiões Turísticas (12/05/2025)

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Fiz na Rede Juntos (Comunitas) um artigo em que aprofundo a nova classificação dos municípios no Mapa do Turismo Brasileiro, apresentada em março, sobre a qual já havia escrito na Associação Comercial do Amazonas - ACA. Estas mudanças já estavam previstas na nova Plano Nacional de Turismo - PNT 2024-2027, lançado pelo Ministério do Turismo ano passado, fortemente alinhado com o Ministério do Meio Ambiente, e que potencializa muito a associação livre entre prefeituras para a formação de Regiões Turística. Para quem é da área mas ainda não conhece as mudanças, pode ser uma introdução útil Segue o link para : “ Mudanças no Mapa do Turismo Brasileiro e o planejamento das Regiões Turísticas ” https://redejuntos.org.br/mudancas-no-mapa-do-turismo-brasileiro-e-o-planejamento-das-regioes-turisticas/ Também o link para o artigo que publiquei sobre o assunto na ACA https://aca.org.br/consultorias/nova-classificacao-no-mapa-do-turismo-brasileiro-aprimora-planejamento-intermunicipal/

O Índice de Efetividade da Gestão Municipal como guia para os prefeitos (24/02/2025)

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Na edição de março da revista da Associação Paulista de Municípios foi publicado meu artigo “O Índice de Efetividade da Gestão Municipal como guia para os prefeitos”. O assunto principal desta edição foi Municipalismo e Governança Democrática, tema crucial por tratar como as políticas públicas podem ser aprimoradas exatamente onde elas acontecem, na dimensão local. Segue o link para a revista na íntegra https://apaulista.org.br/revista-municipios-de-sao-paulo-no-106/

Nova classificação no Mapa do Turismo Brasileiro aprimora planejamento intermunicipal (21/04/2025)

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Publiquei na Associação Comercial do Amazonas – ACA um artigo sobre a mudança metodológica da classificação dos municípios no Mapa do Turismo Brasileiro, tema que irei aprofundar na Rede Juntos (Comunitas). Agora o Ministério do Turismo prioriza o papel que cada um pode cumprir em uma região turística, da atração propriamente dita até atividades complementares na cadeia turística. Deste modo, o “Mapa” torna-se mais efetivo na elaboração de estratégia de como converter esta atividade em desenvolvimento local Segue o link, e uma ótima semana https://aca.org.br/consultorias/nova-classificacao-no-mapa-do-turismo-brasileiro-aprimora-planejamento-intermunicipal/

A adaptação transformacional do agronegócio no Acordo de Paris (28/03/2025)

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Iniciei final de março uma série mensal na “Revista Será?” sobre as mudanças positivas de posicionamento na Conferência das Partes do Acordo de Paris em relação ao agronegócio, que a partir da atuação da FAO passou a compreender alternativas sustentáveis para os complexos agroindustriais via ecoinovação, inclusive sobre capacidade de captura de carbono proporcionada pela “agricultura regenerativa” . É uma guinada importantíssima, que deixa de apenas elaborar restrições ao setor, mas vê-lo como parte da solução.  Neste apenas  trato do que há em documentos da UNFCCC, mas no próximo já trabalharei esta arena internacional recorrendo a trabalhos acadêmicos, sobretudo de Robert Keohane, um dos pais dos estudos de Relações Econômicas Internacionais. Segue o link para o primeiro artigo da série focada em relações econômicas internacionais, que em breve deverá ser acompanhada por outra, apenas sobre políticas nacionais para a agropecuária sustentável Link para “A adaptação trans...

Novo presidente do CICAP contará com Governança Regional consolidada no Circuito das Águas (24/01/2025)

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Publiquei na edição de janeiro da revista da Associação Paulista de Municípios um artigo sobre a importância da organização dos agentes econômicos na Agência de Desenvolvimento do Circuito das Águas Paulista. É o primeiro de uma série que irei aprofundar no site da Rede Juntos, que pertence à Associação Comunitas, sobre turismo, sustentabilidade e agricultura em regiões Tropicais de Altitude, como nossas em nossas montanhas do Sudeste. Abaixo seguem o artigo e o link para quem preferir ver a revista na íntegra https://apaulista.org.br/revista-municipios-de-sao-paulo-no-105/

Primeiro ano do Nova Indústria Brasil: o CDESS e o próximo passo (22/1/2025)

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  Por ocasião do aniversário de 1 ano do lançamento do projeto Nova Indústria Brasil - NIB, no final de janeiro de 2025, p ubliquei no Opera Mundi um breve balanço das ações, de viés interministerial, e uma sugestão sobre o papel que o Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável - CDESS pode cumprir, com as linhas gerais da NIB já mais claras. Segue o link para “Primeiro ano do Nova Indústria Brasil: o CDESS e o próximo passo” https://operamundi.uol.com.br/opiniao/primeiro-ano-do-nova-industria-brasil-o-cdess-e-o-proximo-passo/